terça-feira, 8 de abril de 2014

Ensinar e aprender, o inebriante perfume do sonho


Em 05 de Dezembro de 2013

A última mensagem de hoje, após doze tempos de aula foi: A História acontece diariamente, vocês precisam estar preparados para ver isso acontecer e para escreverem a história.

Agora vamos voltar ao início.

Nelson Mandela morreu. E com ele os especialistas parecem possuir duas certezas fortes:
1. Mandela foi incrível e revolucionou a prática política de todos os povos ou grupos que estivessem ou estejam alijados do poder;
2. Não haverá novo indivíduo com estes itens em sua biografia que, ao invés de torná-lo insignificante, se torne indignado. Chegamos ao fim da era dos sonhos.

Toda precipitação, seja chuva, orvalho, neve ou granizo, precipita, deixa molhado, e depois evapora. Talvez a opinião posta no item dois, por ser precipitada, tenha o mesmo destino, e se evapore para que nunca mais seja lida, sentida, ou vista. Os sonhos não morrem jamais.


Hoje foi o primeiro dia de minha vida sem Mandela, e precisei de horas para agrupar os materiais de minha vã existência, para entender que a vida deveria continuar.


E ao exibir o filme sobre sua vida, um novo líder ergueu-se, e disse: Eu acredito! Eu não aceito! Eu me revolto!

Meu aluno, nosso aluno.
Meu futuro Mandela! Ou Martin? Ou Malcomm X? Ou será inédito?

Um abraço, forte!

Seu professor!

Obs: E pensar que alguns me vêem como um professor descompromissado...meu compromisso é com eles! Não com direção...

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